EXISTEM MAIS DE 1.500 DIFERENÇAS GENÉTICAS ENTRE HOMENS E MULHERES, AFIRMA NOVO ESTUDO

EXISTEM MAIS DE 1.500 DIFERENÇAS GENÉTICAS ENTRE HOMENS E MULHERES

Novo estudo pode derrubar argumento sobre existência de transgêneros e incendiar discussões sobre o tema.

Um estudo realizado pelo Departamento de Genética Molecular do Insituto Weizmann, de Rehovot, em Israel, descobriu 1.559 diferenças genéticas entre homens e mulheres que se relacionam não apenas com os órgãos sexuais, mas surpreendentemente com outros órgãos, como cérebro, pele e coração. O estudo foi publicado no periódico científico BMC Biology no começo deste ano.

No estudo, os pesquisadores Moran Gershoni e Shmuel Pietrokovski, mapearam milhares de genes – as bases de dados biológicas de toda a informação que torna cada pessoa única – de 53 tecidos semelhantes aos do sexo masculino e feminino.

De maneira geral, genes específicos de cada sexo se expressam principalmente no sistema reprodutivo, enfatizando as notáveis diferenças fisiológicas entre homens e mulheres. No entanto, há uma porção de genes que não estão, pelo que se sabe, diretamente associados à reprodução, mas que também têm uma expressão específica de acordo com o sexo, descobriram os cientistas.

O estudo foi conduzido para examinar até que ponto os genes determinam a forma como determinadas doenças atingem o sexo masculino e feminino de forma diferente.

“Os homens e as mulheres diferem de maneira óbvia e menos óbvia – por exemplo, na prevalência de certas doenças ou reações a drogas. Como estes estão conectados ao sexo de alguém?”, diz um relatório do Instituto Weizmann sobre as descobertas do estudo.

Os pesquisadores do Weizmann Institute of Science descobriram milhares de genes humanos que são expressos – copiados para criar proteínas – de forma diferente nos dois sexos.

Os achados sugerem ao leitor comum que há muito mais envolvido na noção de mudar o gênero para o sexo oposto do que simplesmente cirurgia e tratamento hormonal.

“Nossos resultados podem facilitar a compreensão de diversas características biológicas no contexto do sexo masculino e feminino”, disseram os pesquisadores em sua conclusão.

O estudo está disponível neste link.




Meio Info/Life Site News


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